terça-feira, 24 de novembro de 2009

he's haunting me

a cada dia que passa, eu sinto que ele volta mais e mais pra me atormentar. será que dessa vez o destino volta pra me pegar?
pode ser em amigas ou em ex-inimigas, mas ele está sempre lá
me encarando com aquele cinismo que conheço bem,
com aquele descaso fingido ou aquela raiva
que camufla tudo o que ele realmente sente,
e que me faz acreditar que, de fato, algumas coisas nunca mudam.
não sei se quero estar certa, mas algo me diz que dessa vez não estou errando. e o mais estranho é que sei que de certa forma há um masoquismo em mim
que insiste em me aproximar do que já deixei pra tras,
porque, de alguma forma, por mais que machuque,
a sensação que a lembrança traz é gostosa.
e me faz sempre querer mais.

hitler, por favor, me deixe em paz!

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

fim.

acabou. a minha vida escolar está praticamente no fim, e eu fico tão aliviada por isso. ou não. na verdade, não fico tão aliviada assim. fico, em parte, triste. porque eu sei que inevitavelmente algumas pessoas com que eu convivia diariamente desde os meus tres anos de idade vão ser separadas de mim. e sim, isso me entristece muito.

na verdade, nem havia me dado conta do que estava acontecendo. há alguns dias atrás estava tudo normal, estava me sentindo como sempre me senti. até que parei pra pensar nas férias. e depois no pós-férias. e então me dei conta de que não voltaria mais àquela escola em que estive presente por 14 anos. caara, 14 anos! é a minha vida toda! (tenho 17). e isso me deu um aperto muuito grande no coração.

o mais curioso de tudo é que, apesar de ter passado a vida toda nessa escola, somente no ensino médio é que de fato eu vivi tudo muito intensamente. e esse ano foi o auge disso tudo.

fiz amigos que eu espero levar pra vida toda. alguns, no decorrer de todo esse tempo. outros, no começo do ensino medio. e outros, até mesmo agora, no meio do ultimo ano. mas todos com a mesma importancia no meu coração.

vou sentir saudades da minha turma. até mesmo daqueles com quem eu não falava. até mesmo daqueles na qual eu só cumprimentava. até mesmo daqueles na qual eu detestava. mas principalmente daqueles que eram muito importantes pra mim. <3






domingo, 15 de novembro de 2009

plateia despreparada u.u

ontem, a convite da minha bailarina favorita, fui assistir o Festival de Dança do Studio Rose, acompanhada da Jules. e confesso: foi uma experiencia apaixonante, mas ao mesmo tempo, decepcionante.

apaixonante por eu ter percebido o nível artístico que a Cia do Studio possui. tanto o ponto temático das danças como o preparo dos bailarinos estavam em níveis excelentíssimos, com destaque para a bailarina Alcione e o bailarino José *-* (lindos lindos lindos). a qualidade das apresentações era impecável e o esforço para que essa qualidade fosse atingida era notável.

porém, foi uma experiencia decepcionante devido ao público. de fato, a educação cultural amapaense precisa ser trabalhada. enquanto os artistas exibiam talento e performances de alto nível, o público apenas demonstrava nao está preparado para tal. gritos direcionados aos artistas durante as performances, aplausos fora de hora e assobios quando as bailarinas se despiam de acordo o enredo eram algumas das demonstrações de imaturidade cultural e completa falta de educação. para crianças, esse tipo de atitude é até justificável, mas aqui no Brasil. se estivessemos falando de Europa, não é aceitável nem mesmo crianças com tal comportamento. porém, ADULTOS (isso mesmo) se portavam de tal maneira! ora, será que arte é algo tão banalizado a ponto de ser menosprezado pelos amapaenses?

eu, sinceramente, fiquei triste. mas ao mesmo tempo, me senti estimulada a realizar meu sonho: tornar o Brasil um país culturalmente avançado, onde as pessoas percebam a importancia da cultura na formação da cidadania.
porém, enquanto a conformidade ainda for um imperativo na mentalidade das pessoas, acho que esse sonho pode realmente se tornar o que tenho medo que seja: uma utopia.

:(

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

away for a while

estranho.
nao consigo mais escrever aqui.
nao que eu de fato nao consiga (claro que consigo u.u)
mas nao sinto mais aquele impulso que me faz largar tudo
e vir correndo pra ca, tentar expulsar de mim
as palavras que latejam na minha cabeça.

bem, mas eu acho que é so uma fase.

sábado, 7 de novembro de 2009

jealousy

it's the only feeling that really anoys me, because it always makes 'hate' show its ugly fingers. and now, i'm so increadibly pissed that i can only write in english! fuck! u.u oh god, i really, REALLY wish i could be a not-jealous person. but i just can't control this. the funniest thing is that i HATE when people try to say what i shouldn't do, with who i shouldn't talk because of their jealousy, but when I FEEL it, i REALLY want to do the same. oh god! pleeease, make me understand myself.

(my angry side is getting stronger while i'm listening to Slipknot. and i hate you for making it easier to get angrier giving me these metal songs u.u aheuaoieu' -> why did i laugh if i'm angry? ._.)

ps: pessoas que lêem o meu blog (que eu sei que são poucas), me perdoem a revolta. é que eu realmente precisava botar pra fora o que sentia, e, por mais que tentasse escrever em outros lugares, o único lugar que eu realmente me sinto a vontade é aqui, no meu queridinho blog, o lar dos meus pensamentos.

ps.2: este post começou a ser escrito enquanto ouvia 'Duality' (é, modinha eu sei...) e terminou enquanto ouvia 'Diluted', ambas do Slipknot. (agora dá pra imaginar o quão pissed eu tava enquanto escrevia, não? ._. )

:/

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

he said last night

''amar não é ter o outro pra se completar,
e sim, se entregar ao outro pra que juntos se completem.''

eu nunca mais vou esquecer isso

sábado, 31 de outubro de 2009

this heart

is almost killing me.
what such confusion!
please, heart, make up your mind!

ironias do amor.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

minha Helena

eu não queria te ferir. eu não queria te deixar sozinha. eu não queria ter deixado de fazer exatamente aquilo que precisavas que fizessem por ti. eu não queria te fazer sentir que não eras importante. eu não queria te magoar.
eu sei que esses dias as coisas não tem sido fáceis, e que sem querer nos machucamos com nossas próprias palavras. mas eu quero que tu saibas que significas muito pra mim, e que por ti eu faria qualquer coisa, eu passaria por cima do meu orgulho por quantas vezes fosse necessario. porque eu te amo. e muito. e eu só quero que tu sempre lembres disso.
eu sei que por um tempo algumas coisas ainda vão ficar latejando na tua cabeça, assim como latejam na minha. e eu sei que talvez depois disso as coisas mudem entre a gente, que talvez nos estranhemos um pouco. mas eu espero que cicatrize logo e que nós duas olhemos pra trás e vejamos que aquilo só foi mais um obstáculo que tivemos que enfrentar pra fortalecer o laço que nos une, que já ultrapassa os limites de amizade.

Heleninha, eu te amo muito.
me desculpe.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

o pedido

Já estavam encostados lá há algum tempo. Nada menos que quinze minutos, mas nada mais que meia hora. Estavam se divertindo com beijos e piadinhas sem graça. Até que, no meio de um abraço e de risadas, ele a chama pelo nome. Não por aquele apelido a qual já está habituada, mas pelo nome inteiro, inteirinho com todas as letras. Ele pede a ela que o olhe nos olhos.
Ela, estranhando aquela situação, observou um leve toque de nervosismo por trás do sorriso dele. E teve certeza quando ele segurou suas mãos: ele ia pedir.
- Mariana...- ele começou com certa insegurança, evidenciada pelo tom de voz, mas contrariada pela intensidade com a qual apertava as mãos dela. Depois de uma curta pausa, reuniu coragem e finalmente perguntou:
-Quer namorar comigo?
Silêncio. Ela mal podia acreditar. Seu coração ficou extremamente agitado, seus pensamentos ficaram confusos, seu corpo ficou sem forças. Ela ficou sem voz. Seus olhos, grandes o suficiente para explicitar qualquer tipo de emoção, denunciaram sua felicidade. E tambem sua incredulidade. Será que tinha ouvido certo?
-Sério?- foi a primeira coisa que conseguiu dizer.
Sem hesitar, ele respondeu:
-Sério.
Silêncio. Um sorriso tomou conta de seu rosto, de seu corpo, de sua alma. E ele, cego pelo nervosismo, não conseguia ver que a resposta já estava dada. Tentou novamente:
-Quer que eu peça de joelhos?
Então, quase que instantaneamente, se abaixou. E quando ela se deu conta, ele de fato estava ajoelhado em sua frente. O sorriso só aumentou. Agora, ele sorria também.
-Quer namorar comigo?
Em meio a uma risada, ela diz:
-Anderson, levanta desse chão!
Ele a ignora e insiste:
-Quer namorar comigo?
Ela lhe lança um olhar de agradecimento. E de carinho. Aquilo tudo era bonito demais para acontecer fora de filmes ou romances, e ficava feliz por estar acontecendo com ela. Graças a ele. Ainda sorrindo, inclinou um pouco a cabeça pra frente e lhe deu um leve beijo nos lábios. Os dois fecharam os olhos. Ele, ajoelhado, ela, inclinada pra frente. Devia ser uma cena encantadora (e até um pouco curiosa) de se observar.
Até que finalmente, ela se inclina para trás, abre os olhos e diz:
-É claro que sim.
E então, o rosto dele se iluminou.


favorite

meus artistas preferidos

Michael Jackson (the best)



Chico Buarque



Arcade Fire



Caetano Veloso



Fleet Foxes



Kate Nash



She&Him



Claude Debussy



The Beatles



McFly



Paramore



Beirut



Radiohead



Interpol



Móveis Coloniais de Acaju




Luísa Mandou um Beijo



*-*